14 de agosto de 2013

Historietas de fantasmas - O desafio




O desafio

Era uma noite de inverno, diante da lareira um grupo de amigos falavam sobre histórias de fantasmas. Cada um tinha mais coragem que os outros. Todos enfrentariam sem nenhum problema o próprio capeta se este ousasse aparecer na sala de repente.
Deles o que mais se gabava era Jim, ele dizia que fazia e acontecia...
A conversa caiu sobre um velho que fora enterrado naquele mesmo dia. Ninguém na cidade gostava dele, pois além de viver bêbado era também muito rabugento. Provocado pelos meninos, corria atrás deles com um pedaço de pau para acertar quem pudesse.
Foi o próprio Jim, o maior falastrão do grupo, quem afirmou:
- Coragem mesmo é visitar a sepultura do velho beberrão à meia noite. O resto á conversa fiada, blá-blá-blá!
- É bem capaz de o velho sair de dentro da tumba e vir puxar o sujeito pelo pé - respondeu um dos jovens.
- Que bobagem! - exclamou Jim. - Como você é medroso!
- Medroso? - Rebateu prontamente o amigo - Pois eu duvido que você tenha tamanha coragem.
- Ah, duvida? - Disse Jim. - É só marcarem o dia.
Foi uma gritaria geral. Todos falavam ao mesmo tempo.
- Agora você não tem saída Jim, terá que pisar na sepultura do velho hoje mesmo, vocês não é galera?
Todos concordaram em altos brados.
- Pois está feito! - Garantiu o valentão. - Não acredito em fantasmas e provarei que eles não existem espetando o meu canivete na tumba do velho pau-d'água. Se a alma dele estiver por perto terá que aparecer! Venham ao cemitério depois da meia noite, isto é... se tiverem coragem!
Era uma noite de lua cheia. Pouco antes das doze badaladas do relógio da matriz, Jim dirigiu-se ao cemitério. "Acho que fiz uma grande besteira" pensou ele ao chegar ao grande portão. Mas agora não tinha outro jeito. Tinha que ir até o fim.
Um silêncio sepulcral pairava por sobre as lápides. Jim estava inteiramente só com seu medo, que crescia a cada segundo.
Tremendo da cabeça aos pés ele pensava a todo tempo: "E se o velho sair mesmo do caixão e me agarrar?" Jim sentiu um arrepio lhe percorrer cada centímetro da espinha. "Ah, meu Deus, tomara que dê tudo certo."
Quando chegou à sepultura, Jim já estava completamente apavorado. Queria acabar logo com aquilo. Ajoelhado ele fincou o canivete na terra. Porém quando foi se levantar não conseguiu, algo o estava segurando.
De madrugada quando os amigos foram conferir a valentia de Jim qual não foi a surpresa deles ao verem o "valentão" caído sobre a sepultura. Quando tentaram levantá-lo viram que algo estava prendendo seu casaco.
Pois Jim afobado e apavorado que estava na hora acabou prendendo a barra de seu casaco com o canivete na sepultura. E quando tentou se levantar e não conseguiu desmaiou pensando que era o fantasma do velho que o tinha agarrado.
Os amigos riram muito de Jim, mas a aventura serviu de lição a todos.
E Jim nunca mais posou de valente para ninguém.

 

20 de dezembro de 2012

Historietas de fantasma - O Fantasma do quintal





A noite estava calma quando Pedro dormia. De repente um barulho vindo do lado de fora  o acordou, ele esfregou os olhos e foi até a janela. Olhou para fora e o que ele viu o deixou de cabelos arrepiados.

Pedro viu uma coisa branca que sacudia lentamente os braços sob a fraca luz da lua, enquanto deslizava lentamente em direção ao jardim. Pedro ficou apavorado.

- É um fantasma!!!, pensou ele, tremendo como vara verde. Fez um extraordinário esforço para se controlar e, reunindo sua coragem, resolveu lutar contra a assombração terrível.

Pé ante pé, para não alarmar o fantasma, ele se esgueirou até onde estava a sua espingarda. Agarrou-a e do mesmo jeito que foi, voltou à janela. Apontou a espingarda para a coisa branca esvoaçante e começou a atirar furiosamente nela como se estivesse possuído.

- Pois bem. - disse ele para si mesmo. - Se não matei essa coisa mal-assombrada pelo menos lhe dei um bom susto. Tanto que ele até perdeu a vontade de voar.

E pensando assim deu meia volta e voltou a dormir com a consciência de quem tinha cumprido seu dever.

Quando Pedro se levantou na manhã seguinte, sua mulher já estava preparando o café.

- Ô Pedro, você ficou doido foi? Perguntou ela quando o viu. - Onde já se viu atirar um montão de vezes na camisola limpinha da minha mãe que eu tinha acabado de colocar no varal.

- Ah, era a camisola da sua mãe...

- Claro que era, você pensou que fosse o que seu desmiolado. Já  pensou se ela estivesse andando pelo quintal com a camisola...

Pedro deu uma gargalhada e pensou com seus botões... "Eu não tenho tanta sorte assim!"



Fim

7 de abril de 2012

Acidente pode atrasar a Páscoa

Vejam essas imagens impressionantes e fortes.


E a fila para ocupar o cargo vago é imensa e tem muita concorrência desleal.


Feliz Páscoa a todos!

23 de janeiro de 2012

Historietas de fantasmas: A mala do sótão


Douglas passou três meses de férias no litoral na casa de seus avós maternos. De volta à sua cidade ao descer do ônibus na rodoviária Douglas foi abraçado pela mãe que lhe falou admirada: – Puxa meu filho, como você cresceu! – E está parecendo um camarão vermelho desse jeito. – Disse o pai dando-lhe um leve puxão na orelha. – Ele de ter passado as férias inteiras tomando sol. – Disse a mãe sorrindo. Quando se dirigiam para o estacionamento o pai de Douglas lhe disse: – Adivinhe a surpresa que nós temos para você. – É um cachorro? – Perguntou o menino que adorava bichos. – Bem – disse o pai enquanto abria o carro. – Se conseguirmos comprar a casa você poderá ter um cachorro. E terá até um lugar para construir uma cabana, ou eu poderei mandar fazer uma piscina no quintal para você tomar sol. – Oba! Vamos nos mudar? – Sim. – Disse o pai. – Queremos comprar a casa do Sr. Whitemann. – Aquela casa esquisita! – Exclamou Douglas já desanimando. Enquanto rodavam pelas ruas da pequena cidade, iam conversando. A mãe de Douglas logo ponderou: – Bem, é verdade que a casa é velha e precisa de uma boa reforma, mas será formidável morar naquela mansão depois de viver tanto tempo na nossa casinha de quatro cômodos. – Sim – disse Douglas todo murcho. – Mas tinha que ser numa mansão mal-assombrada? Depois de algum tempo haviam chegado à velha casa. Esta tinha realmente uma aparecia estranha, era um sobrado de três andares maltratado pelo tempo e pela falta de pintura. E ainda por cima as árvores em volta da casa davam a ela um ar de casa de filme de terror. “Deve estar cheio de morcego aí dentro”, pensou Douglas olhando para a folhagem das árvores. Saltaram do carro e empurraram o velho portão de ferro que dava para a entrada principal. O portão abriu com um rangido tão forte que parecia que ele nunca tivesse sido aberto. Apertaram a campainha. Douglas sentiu um arrepio com o som que ela fez. “Esta casa parece um ninho de bruxas”, disse o menino para si mesmo. Finalmente a porta se abriu e apareceu a cabeça do velho Whitemann. – Viemos ver a casa, Sr. Whitemann. – Disse o pai de Douglas. – Estou ocupado agora... – Resmungou o velho carrancudo e soturno. – Vamos ver a casa bem depressa – prometeu a mãe de Douglas. – Vai cair uma tremenda tempestade e queremos voltar antes que ela desabe. “A tempestade ou a casa” – pesou Douglas, mas ficou quieto. O Sr. Whitemann abriu a porta com má vontade: – Então entrem, entrem... A casa estava tão escura que não se enxergava nem um palmo diante do nariz. Quando a vista de Douglas foi se acostumando com a penumbra, ele distinguiu umas formas brancas pelos cantos da sala. –“O que seriam?” – pensou ele arrepiado. Aos poucos viu que eram apenas poltronas cobertas com panos. A casa tinha um cheiro tão forte de mofo e estava tão cheia de poeira que Douglas espirrou, duas vezes. “Vai ver”, pensou ele com seus botões, “que o velho Whitemann não abre as janela com medo de pegar um resfriado”. Depois de tropeçar no tapete e quase cair, o pai de Douglas perguntou se poderiam acender as luzes. – Onde já se viu acender luz durante o dia? – Retrucou o velho. Percorreram os quartos da casa conduzidos pelo velho, que ia à frente resmungando. Quando chegou à sala de jantar Douglas notou uma coisa estranha: algo fora escondido debaixo da toalha da mesa, deixando um montinho esquisito. Decididamente Douglas não gostava daquela casa e estava louco para se ver longe dali. Quando a visita estava finalmente chegando ao fim seu pai que era um apaixonado por armas parou diante de uma grande estante que estava repleta de armas antigas, eram facas, punhais, pistolas e coisas desse tipo. – Mas que bela coleção Sr. Whitemann! Exclamou o pai de Douglas entusiasmado. – Não é? – disse o velho. – Saiba que elas ainda estão em perfeito estado. Essas facas me são de grande utilidade. – Falou o Sr. Whitemann com uma risada meio sarcástica. Douglas sentiu novamente um calafrio lhe percorrer a espinha. – Além disso – continuou o Sr. Whitemann – cada uma delas tem uma história. Por exemplo aquela adaga ali de cima... – Aquela que está com a lâmina enferrujada? Perguntou Douglas. O velho deu novamente a risada sarcástica e disse: – Que ferrugem que nada rapaz. Aquilo é sangue... E sangue de gente! – De... de quem? Falou Douglas engolindo seco. – O velho não respondeu e foi subindo as escadas para mostrar o segundo andar. Douglas começou a pensar no que diziam do Sr. Whitemann na cidade. Uns achavam que ele nunca saía de casa porque tinha algo a esconder ali dentro. Outros resmungavam contra a cara sempre fechada do velho. “Aquela rabugice é para espantar os curiosos”, diziam. No segundo andar, Douglas parou diante de uma porta. Abriu-a silenciosamente e viu uma escada que dava para o terceiro andar. Começou a subir quando foi surpreendido por uma voz atrás de si. – Onde é que você pensa que vai, garoto? – perguntou o velho Sr. Whitemann. – Vou... vou... eu vou subir– gaguejou Douglas. – De jeito nenhum, lá em cima fica o sótão e ele está cheio de poeira e quinquilharias, só isso. Não há nada prá se ver lá. – Oh, por favor, deixa ele ir – pediu a mãe de Douglas – ele já deve estar amolado com todos esses detalhes sobre a casa. Pelo menos assim ele não fica com essa cara emburrada atrás da gente. – Tudo bem, pode ir – disse o velho contrariado – mas, não mexa em nada heim! Douglas subiu a escada rapidamente. O sótão estava escuro, a luz entrava somente através de duas pequenas janelas, o assoalho rangia a cada passo que ele dava. Lá dentro havia uma infinidade de bugiganga: malas, caixas, livros entre outras coisas, até uma estátua sem cabeça. O menino foi até uma das janelinhas e espiou para fora. Escurecia aos poucos e o vento começava a soprar forte. – É, vem uma bruta tempestade por aí. – falou Douglas. Foi nesse momento que ele reparou em uma enorme arca que estava em um canto. Esta tinha um aspecto estranho, envelhecido pelo tempo. “O que será que tem dentro dela?” – Pensou Douglas. Resolveu abri-la. Quando finalmente conseguiu levou um susto que o deixou de cabelos em pé. A arca estava cheia de ossos! E pelo tamanho não eram ossos de animais. Douglas estremeceu. O que teria feio o velho Whitemann com o dono daqueles ossos? A escuridão aumentou tanto que quase não se enxergava o que havia ao redor. “Será que nessas malas estão guardadas outras ossadas?” Pensou Douglas. Foi até uma e com alguma dificuldade abriu o fecho. A princípio só viu um pano enrolado em alguma coisa. Douglas puxou a ponta do pano e deu um pulo para trás. De dentro do pano rolou o crânio de um esqueleto humano. As órbitas vazias fixaram Douglas que quase desmaiou de susto. Douglas saiu correndo em direção à porta, mas uma rajada de vento bateu-a com força antes que ele a alcançasse. A escuridão no sótão agora era total. Tateando, o menino achou a maçaneta, tentou abrir a porta e não conseguiu. Parado diante da porta trancada Douglas sentiu o suor molhar sua testa, teria sido mesmo o vento que fechou a porta, ou foi alguém? Talvez o próprio Sr. Whitemann! Douglas precisava sair dali, precisava avisar seus pais que o velho era na verdade um assassino que trancava suas vítimas em malas até restar somente os ossos. Deu alguns pontapés na porta, esmurrou, gritou, mas tudo isso foi em vão. Lá fora os trovões e a ventania faziam tanto barulho que seus pais nunca o escutariam. Der repente Douglas ouviu um grito e a voz era de sua mãe! Será que o velho já tinha capturado os dois? Precisava sair dali de qualquer maneira! Abriu uma das janelas do sótão e olhou para baixo, viu uma pequena saliência, se espremeu pela janela e saltou para a saliência. A chuva e o vento o fustigavam. Agarrou-se aos grossos galhos da árvore que ficava próxima da casa e desceu como um macaco até o segundo andar. “Tomara que não seja tarde”, pensava Douglas. Arrastou-se por outro galho e acesso à uma janela olhando para dentro o menino espantado viu sua mãe e seu pai sentados junto à lareira conversando, não havia nem traço do Sr. Whitemann. Douglas bateu na janela. – Eh! Deixem-me entrar! Eles vieram até onde ele estava e seu pai o puxou para dentro, boquiaberto. – Por que cargas d’água você está aí? – perguntou-lhe o pai irritado com o perigo que o filho correra. – Por causa do grito da mamãe. Eu vim salvá-la – respondeu Douglas orgulhoso. – Não foi nada, sua mãe pensou ter visto uma barata. – Você sabe que eu morro de medo de barata. – disse a mãe de Douglas – além disso eu fico nervosa com tempestades. – Ah, foi só isso? Exclamou Douglas. – Eu pensei... eu pensei... Mas Douglas tinha que falar para os pais sobre suas descobertas no sótão. Baixando a voz, disse para seu pai: – Temos que sair logo desta casa. – Claro, assim que a tempestade passar – concordou o pai. – Não! Tem que ser já – disse Douglas, nervoso. Você precisa ir á polícia e contar que este homem é um assassino. – apontou para o Sr. Whitemann que entrara na sala. – Ele mata as pessoas, tranca-as em malas que esconde no sótão, eu vi tudo. – Está maluco menino? Retrucou sua mãe. Mas Douglas não arredou pé de suas acusações – Maluco nada! O sótão está cheio de malas com ossos humanos tem até um esqueleto completo dentro de uma arca. Esse velho deve ter assassinado um monte de gente, provavelmente com aquela faca suja de sangue! O pai de Douglas interrompeu o relato com energia. – Chega Douglas! Peça desculpa agora mesmo para o Sr. Whitemann! Para a surpresa de Douglas o velho ria às gargalhadas. – Esse menino tem tanta imaginação quanto meu filho tinha nessa idade. – Falou o Sr. Whitemann. – Sua avó deve ter deixado você ver televisão de mais Douglas. – Disse o pai de Douglas. – Mas pai, eu vi os ossos. – Realmente – disse o velho. – Meu sótão está cheio de ossos. – E de quem são? – Perguntou Douglas. – São do meu filho. Douglas que estava se acalmando voltou a se alterar. – Viu só, ele matou o filho e escondeu os ossos no sótão. – Douglas você está nos envergonhando. – Disse sua mãe. – Então me diga uma coisa Sr. Whitemann. – Inquiriu Douglas como se fosse um investigador policial. – Onde está seu filho? Já faz um bom tempo que o senhor mora sozinho nesta casa. O velho se sentou no sofá e falou, meu filho está morando na Califórnia, ele é médico cirurgião, aqueles ossos são do tempo que ele estudava medicina. Eu estou me mudando para a casa dele. É por isso que estou vendendo esta mansão. Os ossos estão nas malas porque eu vou doar para a universidade. Eu vivo tão metido com meus pensamentos que me esqueço dessas coisas. Envergonhado. Douglas pediu desculpas para o Sr. Whitemann. Depois virando-se para os pais e disse: – Puxa vida! Também vocês não me contam nada! – Em compensação, Douglas, quantas emoções você teria perdido, não é? Todos riram. Lá fora a tempestade já havia passado.

9 de julho de 2011

UBUNTU

A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África.
Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e quando terminou seu trabalho teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta para casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo, então, propôs uma brincadeira paras crianças, que achou ser inofensiva.
Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!" elas deveriam sair correndo até o cesto e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro. As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!" instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces. Elas simplesmente responderam:
- "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?”
Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo e ainda não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: "Sou o que sou pelo que nós somos!”
Atente para o detalhe: pelo que SOMOS, não pelo que temos...

UBUNTU PRÁ VOCÊ!

22 de junho de 2011

A propaganda....


Realmente é a alma do negócio!!!

6 de junho de 2011

A vingança do Joãzinho

Joãozinho vivia triste, tudo por causa do Augusto um menino que estudava na mesma classe dele.
O motivo era que o menino vivia trazendo coisas para a escola, brinquedos caros, um telefone celular de última geração, enfim coisas que o Joãozinho sempre sonhara em ter.
E o Augusto mostrava suas coisas para todos dizendo que seu pai tinha dado para ele, que o pai dele era o maior, o melhor, enfim. O Joãozinho ficava com muita inveja dele.
O pai do Augusto era vereador na cidade e estava tentando uma candidatura melhor e por esse motivo um jornal da cidade fez uma reportagem com ele com direito a uma foto enorme.
No dia em que a reportagem saiu o Augusto a recortou e levou para a escola. Na hora do intervalo uma rodinha de crianças se juntou ao redor do Augusto que exibia o recorte do jornal e dizia que o seu pai saira em uma foto.
O Joãozinho viu a oportunidade e gritou:
- Peraí!
E retirando do bolso um pedaço de jornal todo amassado falou:
- O meu pai também já saiu no jornal, tá pensando que é só o seu pai que é fugitivo da polícia!
 

10 de março de 2011

Marido advogado

Ele tornou-se um advogado especialista, não queria saber de outra função que não fosse a sua especialidade. Um dia, em casa, sua mulher pediu:
- Querido, o ferro não esquenta. Dê uma olhada, por favor...
- Querida, acooordaaaaaa!!! Eu não sou eletricista!!! Sou advogado!

No outro dia:
- Querido, a pia entupiu. Você pode dar uma olhadinha?
- Querida, acoooordaaaaaa!!! Eu não sou encanador!!! Eu sou um advogado!!!!!
Na segunda-feira seguinte:
- Querido, a torradeira está pegando fogo!
- Mulher, vê se acooordaaaaaaa!!! (alterado) Eu não sou bombeiro, sou AD - VO - GA - DOOOO!!!!!
No fim de semana, descansando, ele descobre que tudo o que a mulher havia reclamado estava em perfeito funcionamento.
E ele pergunta:
- Querida, quem fez todos esses reparos?
- Ora, querido, você lembra daquele seu amigo engenheiro que você trouxe para jantar aqui no sábado passado?
- Sim, lembro.
- Então, ele se prontificou a consertar tudo.
- Como assim? Ele fez tudo de graça?
- É claro que não! Ele me disse que eu poderia pagar de duas formas:

A. Eu faria outro prato igual ao que ele jantou aqui.
Ou
B. Lhe dava o prazer de um sexo bem animal...

- E o que você fez?!?!
- Querido... Helloooo... Acoooordaaaa!!!!!
- Eu NÃO sou co - zi - nhei - raaaaa........
 

3 de fevereiro de 2011

O DAVID COLOMBIANO CONTRA O GOLIAS BRASILEIRO



Mais uma vez o Timão ficou na mão e deixou os rivais mais felizes nesta manha de quinta-feira.
Agora ele tem mais um item de destaque no currículo futebolístico: “O primeiro time brasileiro a ser eliminado na pré-libertadores.”
Além da vergonha de ser eliminado ele vai ter que aturar o fato de que o adversário que conseguiu esse feito histórico tem a folha de pagamento total 4 (QUATRO) vezes menor que a do Ronaldo fofômeno.
É isso mesmo, só com o que Ronaldo ganha dá para pagar todos os salários dos jogadores, massagistas, ropeiros, cozinheiros do Tolima por quase quatro meses.
E falando no “Fofinho” (diga-se de passagem, que ele não sabia o que estava fazendo em campo ontem), antes do jogo fatídico o comentarista dizia que ele tinha emagrecido e estava com 84 quilos, cá entre nós isso é um peso bom para um pugilista e não centroavante de futebol. Se ele ainda jogasse futebol americano vá lá. Hoje a presidente do Flamengo dá graças a Deus por ele ter ido para o Corinthians.
Corinthians que é realmente um time valente, eu soube que eles pretendiam voltar ao Brasil pelo aeroporto de Cumbica, com a torcida sanguinolenta lá esperando para a recepção. Depois que souberam que a torcida já tinha invadido e depredado o Parque São Jorge, decidiram descer em Campinas... se fosse eles eu pediria para descer em Campo Grande, e só na semana que vem...
Agora com certeza pode-se dizer que o timão fez cem anos sem ganhar nada.
Terminando sabe qual é a mensagem de abertura do Twitter do Ronaldo Fofômeno:
“Se você quer me seguir, traz um lanchinho.”

2 de fevereiro de 2011

2011 Bem vindos ao Ano do Coelho


Espero que ele seja ligeiro e muito fecundo.

28 de janeiro de 2011

Como responder perguntas idiotas!

1. Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:
- Você tá dormindo?
Responda:
- Não, to treinando pra morrer!

2. Quando se leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:
- Tá com defeito?
Responda:
- Não, é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.

3. Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, e perguntam:
- Vai sair nessa chuva?
Responda:
- Não, vou sair na próxima.

4. Quando você acaba de levantar da cama, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:
- Acordou?
Responda:
- Não. Sou sonâmbulo!

5. Seu amigo liga para sua casa e pergunta:
- Onde você está?
Responda:
- No Pólo Norte! Um furacão trouxe a minha casa pra cá!

6. Você acaba de tomar banho e alguém pergunta: (BOA)
- Você tomou banho?
Responda:
- Não, mergulhei no vaso sanitário!

7. Você tá na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta: (ÓTIMA)
- Vai subir?
Responda:
- Não, não, to esperando meu apartamento descer pra me pegar.

8. Você chega à casa de sua namorada com um enorme buquê de flores. E ela pergunta:
- Você trouxe flores?
Responda:
- Não! São cenouras.

9. Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta:
- Tem gente?
Responda:
- Não! É o cocô que está falando!

10. Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar: (MUITO BOA) e o caixa pergunta:
- Em dinheiro?
Responda:
- Não, me dá tudo em clipes!

Mas lembre-se responda com muita polidez.
Tolerância zero mas educação dez.
Bom final de semana a todos e todas.

13 de janeiro de 2011

SE VACAS VOASSEM...


Um jovem professor de filosofia estava com seus alunos visitando uma propriedade rural nas cercanias da cidade.
Em certo momento um aluno o interpelou com uma pergunta.
- Professor eu acho a natureza muito injusta.
O professor curioso quis saber porque. E o aluno continuou:
- É só o senhor olhar aquela vaca ali, um bichão daquele tamanho preso em um cercadinho mínimo, e aquele passarinho que é um bichinho pequenino pode voar pelo céu imenso. Isso não está certo.
De repente o passarinho passa voando sobre a cabeça do menino e dá uma cagadinha.
O aluno diz:
- Pesando bem professor, a natureza está certa em tudo o que faz. Já pensou se vaca voasse!?

8 de janeiro de 2011

Colegas de classe

Ao chegar em casa depois de mais um dia chato de trabalho Pedro encontra um convite em sua caixa de correio.
Tratava-ve de uma convocação para a festa de reunião de sua turma de formatura no colégio.
Primeiramente pensou em rasgá-lo e por no fundo da lata de lixo, não tinha muitas lembranças boas do tempo do colégio, era o tipo do aluno bom de notas sem chegar a ser um CDF, mas, invisivel socialmente.
Depois pensou melhor e resolveu participar somente para ver como estavam seus antigos colegas de classe.
Quando chegou ao local marcado no dia da referida festa não acreditou na quantidade de pessoas que atenderam ao convite, estavam quase todos lá, alguns não tinham mudado muito de fisionomia, umas rugas aqui, uma carequinha ali, algmas barrigas crescidas enfim.
Logo reconheceu o seu melhor amigo na época Rogério Motta, e, feliz por poder conversar com alguém começou a relembrar os velhos tempos.
De repente sua atenção foi desvidada para uma bela moça de cabelos pretos, lindíssima que estava sózinha em uma mesa.
Pedro interpelou o amigo perguntando quem era aquela “belezura”, no que Rogério lhe diz espantado quanto viu quem era.
Minha nossa é a Andrea, eu não achei que ela viria, que coragem.
Sem querer saber de mais detalhes Pedro se dirigiu até a solitária moça e puxou conversa. No final da festa os dois estavam já meio bêbados e muito mais íntimos. Dividiram um táxi e no trageto até o apartamento de Pedro Andrea disse que não tinha um local para passar a noite até as tarde do outro dia quando voltaria para a cidade onde estava morando atualmente.
Prontamente Pedro lhe ofereceu hospedagem já que morava sozinho. Na verdade Pedro estava mesmo cheio de segundas intenções. E para seu espanto ela aceitou sem pestanejar.
E como diz o Chico Buarque foi uma noite lancinante, cheia de sexo selvagem. No dia seguinte Pedro acordou e encontrou sua cama vazia. Pensou que a noite passada tinha sido um delírio de sua cabeça influenciada pelo álcool, mas, escutou o chuveiro ligado. Chegou perto da porta do banheiro e arriscou: - Andrea?
- Oi meu amor, já acordou? – Foi a resposta que vinha lá de dentro, pela voz feminina e sedutora.
Mais aliviado por aquela criatura angelical ser real Pedro começou a revirar suas caixas de fotos em busca da foto de sua formatura. Procurou e encontrou. Lá estava toda a turma tendo ao meio o paraninfo o Prof. Roberto Siqueira.
Andrea entrou no quarto enrolada em uma toalha de banho e Pedro perguntou meio envergonhado.
- Engraçado, eu não estou me lembrando de você na turma da formatuta e não consigo nem acha-la aqui na foto. Você faltou no dia que ela foi tirada?
E a moça respondeu docemente.
- Não bobinho eu estou aqui, eu sou o André, o garoto que está do lado esquerdo do professor Roberto. Eu jogava futebol com você não lembra?

                                                          ****
 

19 de dezembro de 2010

ORAÇÃO DO JOÃOZINHO ANTES DE DORMIR

“Querido Papai do Céu, eu queria em primeiro lugar dizer que às vezes eu não tenho rezado, mas é que eu tenho andado muito ocupado. Eu não sei dizer o que isso significa mas o meu papai sempre fala isso prá mamãe quando ela está  brava com ele.
Eu queria pedir pro Senhor abençoar todos aqui em casa, principalmente o meu papai, olha ele não está tendo um final de ano muito bom sabe...  Primeiro porque o time dele não ganhou nada este ano, eu me lembro quando ele me disse que o time dele tinha um grande sonho esse ano, mas eu acho que o Ronaldo comeu o sonho sozinho.
Eu sei que eu também tenho um pouco de culpa por ele estar assim, ele até confunde o meu nome com o seu filho e às vezes ele grita: - Jesus Cristo senta direito nessa cadeira! - Jesus Cristo, vai tomar banho... Eu não ligo, até acho legal, mas o meu irmão saiu perdendo, o meu pai chama ele de droga. Outro dia ele falou assim pro meu irmão: - Droga me deixa ver o jogo do timão sossegado!
Mas outro dia ele se confundiu, eu estava brincando no quintal quando começou a chover, ele apareceu e gritou:
- Droga saia dessa chuva.
Aí eu falei: Mas pai, eu sou o Jesus Cristo...
Teve outro dia que eu não queria comer e ele falou assim:
- Meu filho pare de brincar com a comida... Você sabia que o Lula quando tinha a sua idade quase não tinha nada prá comer.
E eu falei: - E na sua idade ele já tinha sido eleito presidente do Brasil por duas vezes.
Acho que foi aí que eu vi meu pai chorando pela primeira vez.
Eu também queria pedir outra coisa. Será que eu posso ficar sem rezar até depois do natal?
É que eu quero ficar escondido esperando o Papai Noel chegar. Eu vou perguntar pra ele porque eu só ganho de natal os brinquedos usados do meu irmão.
Brigado.
Amém.

6 de novembro de 2010

O espelho

Esse texto me chegou pelas mãos de uma amiga.


Um sujeito vinha descendo a rua quando encontrou um espelho de carteira.
E aí ele olhou e disse:
- Olha... esse cara eu conheço...!
E ele coloca o espelho no bolso da calça.
De volta a casa, olha de novo no espelho e de novo diz:
- Poxa! De onde é que eu conheço esse cara...?
Quando entrou em sua casa, colocou o espelho novamente no bolso e se sentou à mesa.
Enquanto sua esposa servia a comida, ele tornou a olhar no espelho.
- Oh meu Deus! Eu sei de onde que eu conheço esse cara... Acho que é aquele que corta o cabelo na minha frente.
Curiosa, a esposa pergunta:
- Ei Manolo... o que você tem na mão...?
- Nada Josefa... não é nada de importante. - E coloca o espelho no bolso da calça de novo.
Depois do jantar ele coloca as calças em cima de uma cadeira e vai dormir. Josefa intrigada aproxima-se da cadeira, retira o espelho do bolso, olha e diz:
- Eu sabia! É uma foto de uma mulher ..!
- E que cara de biscate que ela tem...!