6 de novembro de 2010

O espelho

Esse texto me chegou pelas mãos de uma amiga.


Um sujeito vinha descendo a rua quando encontrou um espelho de carteira.
E aí ele olhou e disse:
- Olha... esse cara eu conheço...!
E ele coloca o espelho no bolso da calça.
De volta a casa, olha de novo no espelho e de novo diz:
- Poxa! De onde é que eu conheço esse cara...?
Quando entrou em sua casa, colocou o espelho novamente no bolso e se sentou à mesa.
Enquanto sua esposa servia a comida, ele tornou a olhar no espelho.
- Oh meu Deus! Eu sei de onde que eu conheço esse cara... Acho que é aquele que corta o cabelo na minha frente.
Curiosa, a esposa pergunta:
- Ei Manolo... o que você tem na mão...?
- Nada Josefa... não é nada de importante. - E coloca o espelho no bolso da calça de novo.
Depois do jantar ele coloca as calças em cima de uma cadeira e vai dormir. Josefa intrigada aproxima-se da cadeira, retira o espelho do bolso, olha e diz:
- Eu sabia! É uma foto de uma mulher ..!
- E que cara de biscate que ela tem...!
 

19 de outubro de 2010

ESPERE ATÉ MARTIN CHEGAR

Parece curioso, mas havia uma casa mal-assombrada no fim de uma rua em uma cidadezinha do interior.
A dita casa não era habitada por ninguém, é claro. As pessoas não se animavam a passar nem uma noite ali, quanto mais morar. Certa vez dois "corajosos" tentaram permanecer na casa; entraram rindo, brincando, mas saíram como dois furacões, só parando quando já estavam longe.
Uma noite, chovia a cântaros sobre a cidade. O homem vinha pela rua com a água a escorrer do chapéu, sem guarda-chuva nem nada. O frio estava terrível, a escuridão não deixava ver um palmo adiante do nariz. Quando viu a casa abandonada no fim da rua, parou.
— Dizem que é mal-assombrada — falou ele com seus botões. — Ora, isso não existe! Vou entrar um pouco e esperar que o aguaceiro passe.
Empurrou a porta lentamente e entrou. Acendendo um fósforo, espiou à sua volta. Ao ver um prego, pendurou ali seu casaco molhado, resolvendo também acender a boa lareira que havia.
Puxou então uma confortável poltrona para junto do fogo, tirou um livro do bolso e, muito bem instalado, começou a ler.
Lá fora, a tempestade continuava. Cada trovão de assustar até surdo. As janelas estremeciam com o vento. Mas o homem, entretanto, permanecia bem quentinho, sentado perto da lareira, deliciando-se com o livro.
De repente, algo chamou a sua atenção. Levantou a cabeça e viu um pequeno gato cinzento, bem diante do fogo. "Estranho! Não sei como não vi esse gato chegar", pensou ele. E voltou a ler, ajeitando-se melhor na poltrona.
Poucos momentos depois, a porta rangeu de leve. O homem olhou e viu um grande gato preto, entrando de mansinho.
O gatinho se aproximou do gato recém-chegado e lhe perguntou:
— O que vamos fazer com ele?
— Espere até Martin chegar — foi a resposta.
O homem, espantadíssimo, olhava para os dois bichanos com o canto do olho. E pensava: “Acho que esse ‘ele’ sou eu. O que será que estão tramando?"
Logo em seguida, a porta se abriu de novo e um gato malhado do tamanho de um cachorro entrou na sala.
— O que vamos fazer com ele? — perguntou, dirigindo-se aos outros dois gatos, com os olhos brilhantes.
— Espere até Martin chegar — responderam os dois. O homem já estava totalmente apavorado. Contudo, achou melhor fingir que nada estava percebendo. Suas mãos pareciam gelatina, de tanto que tremiam.
Passou-se um minuto. A porta moveu-se novamente. “Outro.”, pensou o homem. E pensou certo: um majestoso gato castanho, grande como um cabrito, avançou sala adentro.
— Nossa senhora! — exclamou o homem baixinho. — Se ainda por cima estão aumentando de tamanho, o próximo será um verdadeiro elefante.
O grande gato castanho chegou até seus companheiros e perguntou, olhando fixo para o homem:
— Vamos fazer o negócio agora?
— Espere até Martin chegar — responderam os outros. Ouvindo isso, o homem não resistiu. Deu um pulo da cadeira e saltou pela janela, desandando a correr rua abaixo.
— Quando Martin chegar diga a ele que não pude esperar! — gritou ele, e desapareceu como um foguete.
 

25 de setembro de 2010

Não diga toda verdade às mulheres!

Depois de uma longa doença, uma mulher morre e chega aos portões do céu. Enquanto espera por São Pedro, ela vê através das grades seus pais, amigos e todos os que tinham ido antes dela, sentados à mesa apreciando uma refeição maravilhosa.
Quando São Pedro chegou, ela disse:

- Que lugar tão bonito! Como eu posso fazer para entrar?
- Eu vou dizer uma palavra. “Se você soletrá-la corretamente na primeira vez, você pode entrar, se você errar, você irá diretamente para o inferno”, disse São Pedro.

- Tudo bem, qual é a palavra?

- AMOR - Disse São Pedro. Ela soletrou direito e foi para o céu.
Um ano depois, São Pedro pediu para vigiar as portas.
E naquele dia, para sua surpresa, apareceu o seu marido.
- Ei, que surpresa! - Ela disse: "Como você está?
- Ah, como eu tenho ido muito bem desde que você faleceu. Eu me casei com a bela enfermeira que cuidou de você, ganhei na loteria e me tornei um milionário. Então vendi a casa em que nós morávamos e comprei aquela bela mansão no bairro chique que você gostava. Viajei com minha nova esposa pela Europa, Ásia e Oceania. Estávamos de férias nos Alpes justamente quando decidi esquiar. Eu caí... O esqui bateu na minha cabeça e aqui estou.
Diga-me, como faço para entrar, querida?

- Eu vou dizer uma palavra. Se você soletrá-la corretamente na primeira vez, você entra, caso contrário, vá direto para o inferno - Ela disse.

- OK, qual é a palavra?

- SCHWARTZENEGGER

MORAL:
“NEM MORTO SE PODE DIZER TODA A VERDADE PARA UMA MULHER, PORQUE VOCÊ CORRE O RISCO DE VIVER EM UM INFERNO O RESTO DA SUA EXISTÊNCIA.”
 

11 de setembro de 2010

Existem momentos na vida...

... que você deve encarar a morte de frente estufar o peito e dizer...


Agora fudeu!!!
 

25 de agosto de 2010

Uma feliz visita de AMIGOS


Daqui prá lá: Evelise, Eu, Moacyr Jr e minha mãe D. Carmen.

16 de agosto de 2010

O outro lado do espelho - final

– Não é você? Esse homem não é você, Augusto? – Carolina pergunta aflita.
– Não, eu sou uma pessoa comum que um dia sonhou demais e levou seu sonho até as últimas consequências, foi assim que vim parar nesse mundo.
– E o que aconteceu com o outro Augusto?
– Troquei de lugar com ele. Agora sou o que você está vendo.
– Mas você ainda pode voltar, não pode?
– Não me interessa mais voltar. Mas seu tempo ainda não acabou. Não deixe que sua vida seja igual a minha. – Lhe entrega o livro.
Carolina apanha o livro de suas mãos. – Você está me pedindo para voltar Augusto?
– Sim, você deve viver sua verdadeira vida. Ser você mesma, acreditar em sua força. Deve haver alguém esperando por você.
Carolina olha para Valerie e Rodrigo que saem. – Na verdade eu acho que não existe mais ninguém para mim lá fora.
Augusto faz um sinal para as duas mulheres saírem e elas obedecem.
Depois olha para Carolina e diz: – Pelo pouco de humano que ainda resta em mim eu lhe peço que volte. Não faça como eu que optei pela saída mais fácil.
– Não sei se quero voltar Augusto...
– Você não merece viver nesse mundo. Você realmente merece ser feliz.
– Mas não consigo voltar para lá.
– É que você não está querendo deixar para trás o que está lhe prendendo aqui.
– E o que é? O que está me prendendo aqui?
– Seu passado. Ele está impedindo sua partida.
– E como posso ir embora, isto é, se eu decidir ir.
– Já não posso lhe dizer mais nada A não ser adeus e boa sorte. – Augusto sai.
Carolina fica sozinha. – Agora vejo que a vida que estava vivendo não era a minha. Os sentimentos eram emprestados, os gestos eram falsos, tudo era uma cópia, Valerie estava certa, eu tenho medo de minha vida, por isso eu a ignorava. Aquela figura no espelho era realmente a Carolina, era a pessoa que eu jurava conhecer, mas agora sinto que não sei quem é! E agora é preciso aceitar a realidade e refazer minha vida do inicio, para que a verdadeira Carolina possa nascer e transformar o sonho em realidade, ser feliz, finalmente. O Augusto... que pena... terei de esquecê-lo, terei de deixá-lo enterrado com todo o meu passado de ilusões. Eu sei que não haverá lugar para nós no outro lado. Não haverá mais lembranças, nada... Minha vida recomeçará e assim terei outra chance de ser feliz. Lá fora está uma vida que não conheço e que terei de vivê-la dia a dia, e já é chagada a hora, a decisão, o momento de deixar a outra Carolina para trás e de fazer a passagem para o desconhecido, para o mundo que ainda precisa ser descoberto e realmente ser eu mesma.
Carolina vai até o espelho e começa a atravessá-lo, mas, pára como que segura por uma força que tenta puxá-la de volta. Ela larga o livro que tem nas mãos e vai embora.

FIM
 

11 de agosto de 2010

O outro lado do espelho - 8

Valerie morreu! – Diz uma das mulheres olhando nos olhos de Carolina.
– É verdade, eu vi.
Carolina, ainda indecisa fala: – Mas como, se, eles estão ali? Eu posso tocá–los.
Eu estou vendo–os.
– Não pode ser.
– Não são eles.
– Você deve estar vendo coisas que não existem.
Carolina pensativa: – Será? Meu Deus... E se tudo não passar de um sonho.
Logo agora que cheguei tão perto de me encontrar com Augusto? Por quê?
– Tudo não passa de ilusão, você criou esse mundo em você.
– Você acreditou que pudesse ser verdade esse mundo, acreditou que pudesse ser diferente.
– Mas tudo não passa de ilusão.
Carolina percebe a intenção das mulheres: – É verdade, agora estou entendendo nada disso acontece realmente. Ou então...
– Então quê?
– Deixe disso, não dê confiança, senão ela não nos deixará em paz.
– Por que você está dizendo isso?
– Por nada não.
– É continue; então o quê?
– Vocês estão achando que sou maluca, não é?
– Foi você quem disse.
– Eu não acho nada.
– Estão achando sim, mas tudo o que disse é a mais pura verdade, não sei onde estou, vou me casar com Augusto.
– Nós não gostamos de você. Vá embora.
– É isso mesmo, você não é daqui, vá embora!
Valerie vem até onde está Carolina e lhe diz: – Maluca!
Nesse momento as outras duas mulheres ficam com o rosto de Valerie e andam em volta dela dizendo:
– Eu não disse que seria quem quisesse?
– Posso ser mais de uma também.
– Assim posso te atormentar.
– Maluca!
– Esse mundo é meu...
– Vá embora!
– Você já perdeu tudo o que tinha.
– Maluca.
Carolina atormentada, grita. – Parem!...
As três voltam às suas feições. Augusto entra.
– Você veio.
Augusto fala galanteador: – Como poderia deixar de lhe ver.
– Olha hoje está fraco.
– Chega de desculpas, já estou cansado de tanta reclamação. É sempre a mesma história,
– É verdade.
Augusto vendo Carolina pergunta para as duas: – Quem é?
– Ninguém importante, uma louca que apareceu...
Uma das mulheres fala cheia de ciúme: – E ela diz que te conhece.
– Eu nunca a vi por aqui.
Rindo debochada a outra mulher fala: – Mas ela disse que é sua noiva.
– Ora vejam, minha noiva. – Vai até Carolina e pergunta sedutor: – Como é seu nome?
– O meu?
– E de quem mais?
– O meu nome é Carolina.
– Não conheço nenhuma Carolina.
– Não fomos apresentados ainda, mas já o conheço há muito tempo.
– De onde?
Carolina lhe entrega um livro e diz: – Daqui.
Augusto pega o livro e lê algumas linhas aleatoriamente: – Não pode ser. Essa pessoa já não existe mais. Volte de onde você veio. Aqui pode ser perigoso.
– Eu não quero ir embora, quero ficar com você. Quero me casar com você.
– Casar? Mas que idéia. O que faz você pensar que quero me casar com você?
– Achei que você fosse bom.
– Já fui, mas faz muito tempo. Você não imagina o que é ficar preso aqui.
– Você pode voltar a ser o que era antes, ainda há tempo.
– Meu tempo já passou, minha decisão foi tomada, o homem que você conheceu deste livro já não se encontra mais por aqui.

Continua...

5 de agosto de 2010

O outro lado do espelho - 7

Carolina fica sozinha no quarto.
- Isso não pode estar acontecendo realmente. É isso! É apenas mais um dos meus pesadelos. Logo eu irei acordar e poderei enfim me casar, e assim, realizar o meu sonho; ser feliz. Sim, porque isso ninguém tirará de mim, ninguém irá me impedir de ser feliz. Ninguém! Nem mesmo Valerie, nem ela. E eu, eu serei a mulher mais feliz do mundo. Você está me ouvindo Valerie!? Eu serei muito mais feliz que você. Serei feliz ao lado de...
De quem meu Deus? Quem estará ao meu lado? Augusto ou Rodrigo? Se eu pudesse ao menos escolher entre os dois, na certa escolheria Augusto. Mas Rodrigo, Rodrigo tem sido tão bom para mim, tão paciente, realizando meus desejos, minhas manias.
Rodrigo é bom, Valerie deve estar controlando ele... É isso, ela é bem capaz disso mesmo, Valerie faria qualquer coisa para me destruir. Mas, não vou mais me preocupar com isso. Logo me casarei, e tudo será diferente. Preciso me arrumar para o casamento.
...Quando eu entrar na igreja eu quero que toquem a marcha nupcial e depois a Ave Maria. E eu lá desfilando, flutuando runo ao altar onde todos os meus sonhos se realizarão quando eu disser sim. Então, meu marido me beijará e nós sairemos juntos para nossa vida.
Carolina ouve a marcha nupcial, Rodrigo entra novamente no quarto, Carolina vai até ele mas pára, Rodrigo dá o braço para Valerie que entra vestida de noiva.
- Não, não pode ser, ela não faria isso comigo! Ela não seria tão má a esse ponto, a ponto de me tirar o noivo. Valerie e Rodrigo passam por Carolina.
Valerie diz: - Eu não disse que Rodrigo se casaria comigo?
Saem os dois. Carolina segue-os, mas encontra-se com duas mulheres que vêem entrando.
Carolina pergunta para elas: - Vocês viram meu noivo por aí?
- Que noivo? Não vi ninguém.
- Eu também não.
- Um homem, vestido como noivo. Eu vou me casar com ele.
- Você vai casar? Não parece.
- Eu já estou vestida para o casamento, só que o meu noivo que ainda não veio...
- E virá? Você tem certeza disso?
- É claro, Augusto não faria isso comigo.
- Augusto?
- O nome dele é Augusto
- Eu conheci o Augusto, nós já fomos amantes Ele me deu esse anel.
Ela mostra o anel para as duas.
- Augusto, nome bonito, mas ele já não é o mesmo depois que...
- Depois de quê?
- Nada... Só que ele não merecia isso.
- Concordo com você.
- O que está acontecendo? Porque vocês não querem me dizer?
- Há certos assuntos que não devem ser comentados.
- Mas Augusto é meu noivo, eu preciso saber o que houve.
- Seu noivo, mas como, eu nunca a vi por aqui?
- É que eu não sou daqui. Logo irei embora.
- Se quer um conselho, deixe Augusto e vá embora agora mesmo.
- Ele está irreconhecível.
- Uma tragédia. (As duas se sentam.)
Carolina fica meio desnorteada. - Esperem, o que aconteceu? Me digam! Por favor...
- Escute, quem é você? O que você está fazendo aqui?
Eu... Eu não sei. Juro, eu já não sei de mais nada. Eu estava em meu quarto e devo ter adormecido. Quando acordei, já estava aqui.
- Ela deve ser maluca
Que nada, ela é uma fingida. Hei, você!
- Eu?
- É, você. Quem você está procurando?
- Meu noivo... Você viu?
- Quem você pensa que eu sou? Você não está esperando noivo coisa nenhuma, você quer tomar nosso lugar.
- É isso mesmo, vá embora daqui.
- Não! Eu estou falando a verdade! Estou somente esperando meu noivo.
- Sabe o que acontece com pessoas como você?
- Não.
- Elas se machucam muito. Sabia? É uma coisa de dar dó.
- Então? Suma daqui, nós chegamos aqui primeiro.
- Eu não quero o lugar de ninguém, só quero esperar o meu noivo.
- Pois vá esperar em outro lugar.
- Espere um pouco você disse que seu noivo é Augusto?
- É isso mesmo.
- Impossível, tem certeza?
- Por quê?
- Bem, é que Augusto mudou muito depois que a Valerie...
Uma das mulheres interrompe: - Não conte!
Carolina implora: - Por favor, continue...
- Valerie o abandonou.
- É, ele realmente gostava dela.
- Eu sabia que ela não prestava. Mas o que aconteceu com Augusto?
- Uma desgraça...
- Valerie o deixou por outro.
- E ele os seguiu e matou os dois.
- Matou? Pergunta Carolina assustada.
- Os dois...
- Valerie e Rodrigo.
- Você conhecia o homem?
Carolina fala vacilante: - Mais ou menos, acho que não.
- Foi uma cena horrível.
- Deus tenha piedade deles... Eles não mereciam.
- Foi o que pediram. Exclama uma das mulheres.
Entram novamente Valerie e Rodrigo e se sentam em outra parte do quarto.
Carolina pergunta para as mulheres: - Mas espere, não é a Valerie que está ali?
-Onde?
- Ali!
- Não parece.
Carolina continua: - Eu tenho certeza. É ela, e também é Rodrigo que está com ela.
- Você está vendo coisas.
- Você é louca.
Carolina se desespera: - Eu já disse que não sou louca!

Continua...

4 de agosto de 2010

As duas caminhonetes.

Me mandaram e eu repasso.

Certo dia, um pai deu ao filho dinheiro para pagar as contas de LUZ e de ÁGUA.
Era o último dia para pagamento, antes do corte.
Também era o último dinheiro do mês.
O filho na rua viu uma propaganda de um jogo:
COMPRE UM BILHETE E CONCORRA A 2 PICK UPs ZERINHAS!!!..
O garoto pensou:
- Eu poderia ganhar esses 2 carros! E deixar meu pai com um carro e dinheiro sobrando.
Então com o dinheiro das contas comprou vários bilhetes.
No outro dia logo cedo, o pai preocupado com as contas ao acordar, pergunta ao filho pelas contas.
Então o filho lhe respondeu que havia comprado os bilhetes e que daqui dois dias o pai iria ganhar duas caminhonetes.
O pai ficou uma fera!
- Ficou doidão? Esbravejou dizendo que aquele era o último dinheiro que tinha para pagar as contas e como se não bastasse a bronca, ainda deixou seu filho de castigo.
Passados dois dias, chegou o dia do sorteio e então ao meio-dia a família teve uma surpresa:
Estavam estacionadas em frente à casa:
DUAS CAMINHONETES NOVINHAS!!!! RELUZENTES!!!
Todos ficaram emocionados e começaram a chorar!!!

Uma era da empresa de força e luz e a outra da empresa de água.

Cortaram a luz e a água...

Vai acreditando que pobre tem sorte, vai...!